Toad é um cara normalmente estranho.
Um Analista de Sistemas
Aspirante a Jornalista
Que adora Esportes e Cinema.
Política e Lógica.
Percussão e Bateria.
História e Tecnologia.
oO
A mudança é o propósito.
A ação é o foco.
Revolução Social ou sua comodidade de volta.
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CQC - Custe o que custar - Parte 2
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Webjet: Passagens baratas que saem caro
no dia 03 às 11h47
Gostaria de compartilhar com vocês as falhas que a empresa Webjet cometeram com nosso amigo Bruno Mendonça:
Depois da traumática ida a Campus Party de busão, onde enfrentei três horas de atraso por causa da enchente, resolvi gastar uns mangos a mais para voltar a Curitiba de avião. Comparando preços e horários cometi um baita engano: escolhi a Webjet. Leia mais.
Depois da traumática ida a Campus Party de busão, onde enfrentei três horas de atraso por causa da enchente, resolvi gastar uns mangos a mais para voltar a Curitiba de avião. Comparando preços e horários cometi um baita engano: escolhi a Webjet. Leia mais.
Não, não, não...
no dia 02 às 16h49
Sim, o fim é uma negação, sem fim.
É a sombra em nossos passos que mesmo sendo feita pela luz que nos ilumina, nos segue, sombria.
É se sentir burro ao aceitar o dedo na ferida aberta, a unha ainda suja de sangue, o veneno do toque e o som maldito do que é doce.
É dizer que não, jamais, nunca mais e mesmo assim, o faz.
É ver a racionalidade se dissipar, e se arrepender no instante seguinte ao acontecer.
Não, não não, digo! Digo mesmo, digo sim.
Pois é. Digo... sim. Que otário.
Quando o correto seria enterrar o que é morto, e endireitar o que ficou torto.
É se sentir burro ao esquecer, mesmo que por um instante. E num rompante alegar ser forte, que irá aguentar a dor do corte.
Perceber que tudo indica que a verdade suplica por uma chance de existir... e preferir a mentira.
Se deixar levar por uma crueldade egoísta, e aceitar a dor no estômago, a agulha na vista.
Já é manhã e o bolor continua tomando conta dos pães, e como crianças sem pais nem mães, famintas, o devoramos como se fosse um manjar, um pudim.
E a água no copo que está na pia há meses, que já quase se move sozinha, é ingerida como se fosse o líquido mais refrescante em uma tarde quente.
É agressivo, agir dessa forma é repulsivo.
Não, não, não...
Sim, o fim é uma negação, sem fim.
É a sombra em nossos passos que mesmo sendo feita pela luz que nos ilumina, nos segue, sombria.
É se sentir burro ao aceitar o dedo na ferida aberta, a unha ainda suja de sangue, o veneno do toque e o som maldito do que é doce.
É dizer que não, jamais, nunca mais e mesmo assim, o faz.
É ver a racionalidade se dissipar, e se arrepender no instante seguinte ao acontecer.
Não, não não, digo! Digo mesmo, digo sim.
Pois é. Digo... sim. Que otário.
Quando o correto seria enterrar o que é morto, e endireitar o que ficou torto.
É se sentir burro ao esquecer, mesmo que por um instante. E num rompante alegar ser forte, que irá aguentar a dor do corte.
Perceber que tudo indica que a verdade suplica por uma chance de existir... e preferir a mentira.
Se deixar levar por uma crueldade egoísta, e aceitar a dor no estômago, a agulha na vista.
Já é manhã e o bolor continua tomando conta dos pães, e como crianças sem pais nem mães, famintas, o devoramos como se fosse um manjar, um pudim.
E a água no copo que está na pia há meses, que já quase se move sozinha, é ingerida como se fosse o líquido mais refrescante em uma tarde quente.
É agressivo, agir dessa forma é repulsivo.
Não, não, não...
Sim, o fim é uma negação, sem fim.
Jogos de realidade alternativa, enigmas e ferramentas de codificação
no dia 22/01 às 20h41
Não é de hoje que jogos digitais deixaram de ser coisas infantis.
É notável a popularização de títulos desde o mais inofensivo point-and-click on-line feito em flash até as super produções para videogames que faturam bilhões de dólares todos os anos.
Algumas redes sociais, inclusive, disponibilizam ferramentas de criação de jogos para suas plataformas, como Orkut e Facebook.
Além disso, é muito fácil encontrar na internet sites com games dos mais diversos tipos. Um deles em particular vem conquistando adeptos há anos por envolver desafios e raciocínios.
Esses jogos conseguem mesclar conceitos inovadores de entretenimento, com recursos já bem conhecidos, muitos deles baseados em informações obtidas apenas pela Internet. É o caso dos Riddles.
Esses jogos, que parecem simples ao primeiro contato, podem oferecer ao jogador a oportunidade de colocar em prática alguns métodos lógicos de raciocínio, com a finalidade de encontrar a solução de diversos desafios.
Os Riddles podem ser constituídos de quebra-cabeças, palavras que representem uma imagem, um local oculto para clicar, jogadas específicas em xadrez, damas, puzzles, mensagens escondidas e desafios geométricos ou matemáticos, em uma gama quase infinita de situações.
A resposta para esses enigmas pode envolver vários métodos de codificação, como anagramas, QRCode, deslocamentos de caracteres, traduções de texto em binário e hexadecimal além de diversos recursos que são os precursores dos mais avançados sistemas de criptografia atuais.
Existem ainda jogos de enigmas bem mais sofisticados que os riddles. É o caso dos Jogos de Realidade Alternativa, ou, na sigla em inglês, ARG (Alternate Reality Games).
O principal conceito dos ARGs é criar uma história fictícia, misturada à realidade dos jogadores, que por sua vez se tornam parte da trama, como verdadeiros personagens.
O envolvimento dos players com a narrativa pode se dar através de resolução de enigmas eletrônicos em seus mais diferentes níveis de dificuldade, bem como atividades fora do mundo virtual, denominadas Live Actions, onde existe o encontro de jogadores para a execução de tarefas que vão desde a busca de um simples artefato, até a caçada por diversos itens espalhados em diferentes lugares.
Aqui pode existir uma confusão em relação aos RPG (Role-Playing Game).
Vale explicar, portanto, que no RPG se faz necessária a criação de um personagem, com diversas características distintas, para atuação em um mundo fictício.
Em um ARG, o personagem é o próprio jogador. Os cenários são sua casa, de seus colegas, sua universidade, ruas e lugares conhecidos.
A imersão é bem maior.
Este tipo de jogo exige muita capacidade de raciocínio dos jogadores, além de habilidades de pesquisa, uma vez que boa parte das soluções para os desafios é encontrada na web.
O principal atrativo destes jogos é justamente a solução dos mistérios, desenvolvimento de capacidades intelectuais, aprendizado de métodos de codificação além do vínculo que se cria entre os jogadores.
Várias informações sobre os ARGs que aconteceram no Brasil podem ser encontradas no site www.argbrasil.net e um vídeo sobre o Zona Incerta pode ser visto através da URL http://bit.ly/ZonaIncerta.
É notável a popularização de títulos desde o mais inofensivo point-and-click on-line feito em flash até as super produções para videogames que faturam bilhões de dólares todos os anos.
Algumas redes sociais, inclusive, disponibilizam ferramentas de criação de jogos para suas plataformas, como Orkut e Facebook.
Além disso, é muito fácil encontrar na internet sites com games dos mais diversos tipos. Um deles em particular vem conquistando adeptos há anos por envolver desafios e raciocínios.
Esses jogos conseguem mesclar conceitos inovadores de entretenimento, com recursos já bem conhecidos, muitos deles baseados em informações obtidas apenas pela Internet. É o caso dos Riddles.
Esses jogos, que parecem simples ao primeiro contato, podem oferecer ao jogador a oportunidade de colocar em prática alguns métodos lógicos de raciocínio, com a finalidade de encontrar a solução de diversos desafios.
Os Riddles podem ser constituídos de quebra-cabeças, palavras que representem uma imagem, um local oculto para clicar, jogadas específicas em xadrez, damas, puzzles, mensagens escondidas e desafios geométricos ou matemáticos, em uma gama quase infinita de situações.
A resposta para esses enigmas pode envolver vários métodos de codificação, como anagramas, QRCode, deslocamentos de caracteres, traduções de texto em binário e hexadecimal além de diversos recursos que são os precursores dos mais avançados sistemas de criptografia atuais.
Existem ainda jogos de enigmas bem mais sofisticados que os riddles. É o caso dos Jogos de Realidade Alternativa, ou, na sigla em inglês, ARG (Alternate Reality Games).
O principal conceito dos ARGs é criar uma história fictícia, misturada à realidade dos jogadores, que por sua vez se tornam parte da trama, como verdadeiros personagens.
O envolvimento dos players com a narrativa pode se dar através de resolução de enigmas eletrônicos em seus mais diferentes níveis de dificuldade, bem como atividades fora do mundo virtual, denominadas Live Actions, onde existe o encontro de jogadores para a execução de tarefas que vão desde a busca de um simples artefato, até a caçada por diversos itens espalhados em diferentes lugares.
Aqui pode existir uma confusão em relação aos RPG (Role-Playing Game).
Vale explicar, portanto, que no RPG se faz necessária a criação de um personagem, com diversas características distintas, para atuação em um mundo fictício.
Em um ARG, o personagem é o próprio jogador. Os cenários são sua casa, de seus colegas, sua universidade, ruas e lugares conhecidos.
A imersão é bem maior.
Este tipo de jogo exige muita capacidade de raciocínio dos jogadores, além de habilidades de pesquisa, uma vez que boa parte das soluções para os desafios é encontrada na web.
O principal atrativo destes jogos é justamente a solução dos mistérios, desenvolvimento de capacidades intelectuais, aprendizado de métodos de codificação além do vínculo que se cria entre os jogadores.
Várias informações sobre os ARGs que aconteceram no Brasil podem ser encontradas no site www.argbrasil.net e um vídeo sobre o Zona Incerta pode ser visto através da URL http://bit.ly/ZonaIncerta.
Manual às avessas
no dia 12/01 às 19h54
Oi.
Meu nome? Me chame como quiser, isso não importa mais.
Tenho... Tinha 85 anos há algumas horas. Agora eu já não vivo. Não se conta mais essas coisas.
A morte torna o tempo ainda mais relativo.
Bom, o que eu gostaria de deixar claro aqui é que eu sou saudosista. Serei eternamente.
Então me critique se quiser, assim o sou.
Fico eu agora me lembrando das traquinagens aos oito anos.
De como adorava jogar futebol aos 10. De como me arrependo de ter parado aos 12.
Lembro-me de como me dava bem com as garotas aos 17, 18...
De todas as loucuras que fiz dos 25 aos 30.
Nunca vou me esquecer de todas as mulheres que amei e de como tudo me mostrou que eu deveria me amar mais.
Lembro dos 'amigos' aos quais eu me dedicava. E que pra eles, pouco fazia diferença.
E dos amigos que me amavam e que ficavam distantes, nos quilômetros e na minha memória burra.
Meu corpo reclamava muito ultimamente de ter trabalhado feito um louco dos 40 aos 50 e nunca ter conhecido todos os lugares que eu bradava que tinha que conhecer antes... Antes de agora.
Fico com o amargo gosto do cartão postal picado e engolido a seco.
Me lembro de ter sido esquecido por quem esqueci, por ser desprezado por quem desprezei, por ter uma família que mais se assemelhava um mapa-múndi, cada qual um continente, uma língua, uma cultura e diversas desavenças.
Lembro de ter morado sozinho tempo suficiente para me acostumar com meu egoísmo e ignorar qualquer crítica.
De construir um império e de contabilizar minhas conquistas e vitórias, monetariamente.
Da exigência constante pela perfeição, minha e alheia, em uma luta utópica e exaustiva que acabou por, obviamente, consumir todas minhas energias sem me levar a lugar nenhum.
Hoje, ou há algumas horas, tudo o que eu queria era poder segurar a mão de alguma pessoa que me amasse de verdade.
Morri sozinho, olhando para uma parede branca e só vão ficar sabendo do fato, daqui a alguns dias quando o cheiro incomodar o vizinho.
Tudo o que eu queria era voltar a um verão jovem...
Ahhh se eu tivesse novamente meus... 28 anos...
Meu nome? Me chame como quiser, isso não importa mais.
Tenho... Tinha 85 anos há algumas horas. Agora eu já não vivo. Não se conta mais essas coisas.
A morte torna o tempo ainda mais relativo.
Bom, o que eu gostaria de deixar claro aqui é que eu sou saudosista. Serei eternamente.
Então me critique se quiser, assim o sou.
Fico eu agora me lembrando das traquinagens aos oito anos.
De como adorava jogar futebol aos 10. De como me arrependo de ter parado aos 12.
Lembro-me de como me dava bem com as garotas aos 17, 18...
De todas as loucuras que fiz dos 25 aos 30.
Nunca vou me esquecer de todas as mulheres que amei e de como tudo me mostrou que eu deveria me amar mais.
Lembro dos 'amigos' aos quais eu me dedicava. E que pra eles, pouco fazia diferença.
E dos amigos que me amavam e que ficavam distantes, nos quilômetros e na minha memória burra.
Meu corpo reclamava muito ultimamente de ter trabalhado feito um louco dos 40 aos 50 e nunca ter conhecido todos os lugares que eu bradava que tinha que conhecer antes... Antes de agora.
Fico com o amargo gosto do cartão postal picado e engolido a seco.
Me lembro de ter sido esquecido por quem esqueci, por ser desprezado por quem desprezei, por ter uma família que mais se assemelhava um mapa-múndi, cada qual um continente, uma língua, uma cultura e diversas desavenças.
Lembro de ter morado sozinho tempo suficiente para me acostumar com meu egoísmo e ignorar qualquer crítica.
De construir um império e de contabilizar minhas conquistas e vitórias, monetariamente.
Da exigência constante pela perfeição, minha e alheia, em uma luta utópica e exaustiva que acabou por, obviamente, consumir todas minhas energias sem me levar a lugar nenhum.
Hoje, ou há algumas horas, tudo o que eu queria era poder segurar a mão de alguma pessoa que me amasse de verdade.
Morri sozinho, olhando para uma parede branca e só vão ficar sabendo do fato, daqui a alguns dias quando o cheiro incomodar o vizinho.
Tudo o que eu queria era voltar a um verão jovem...
Ahhh se eu tivesse novamente meus... 28 anos...
A importância de uma supresa!
no dia 10/12/2009 às 20h59
Foi uma manhã fria cravada no beijo quente, no vento nos seus cabelos, do olhar nada inocente.
Ao momento que te vi, te senti e desde então, sou dois.
Bastou um abraço gostoso e demorado
Indicando que eu estaria logo viciado
Antes mesmo de me dar conta do que estava acontecendo comigo.
Nem se eu quisesse, não consigo te esquecer, nem agora, nem depois.
Amor da Abi. Ahhh, quanta sapiência =]
Me marcou.
Como uma tatuagem cheia de cores daquelas que se mostra com orgulho.
Como a concretização de um sonho.
Como a sensação de liberdade ao sol, no mar, um mergulho.
Seu beijo faz o tempo parar, de fato.
Como uma fotografia.
E o tato de seus dedos nos meus me tira o ar.
Como no susto de água fria.
Minhas unhas nas suas costas e você de palmas postas
E seu corpo e o meu respirando em uníssono
Como esquecer de um momento tão único?
De súbito compreender e se perceber envolto
E volto a dizer, sem medo, a você.
Pois foi você que se desvencilhou de um dilema
Foi você a solução dos meus problemas
Foi nos seus olhos que me perdi e encontrei a paz que eu precisava
E falava e dizia e nada podia fazer antes de te encontrar.
Você me trouxe metas que eu nunca tive
E me livrou de medos não fundamentados
Me levou a lugares onde nunca estive. Sem sair do lugar.
Me fez te querer sempre ao meu lado. Sempre.
Tudo o que eu sinto agora está no espelho
Justamente porque ele representa a perfeita reciprocidade
E o seu lugar agora é o meu. E o meu, onde você estiver.
Foi uma noite quente cheia de descobertas, a minha mão em seus cabelos e o seu olhar nada inocente.
Ao momento que te vi, te senti e desde então, sou dois.
Bastou um abraço gostoso e demorado
Indicando que eu estaria logo viciado
Antes mesmo de me dar conta do que estava acontecendo comigo.
Nem se eu quisesse, não consigo te esquecer, nem agora, nem depois.
Amor da Abi. Ahhh, quanta sapiência =]
Me marcou.
Como uma tatuagem cheia de cores daquelas que se mostra com orgulho.
Como a concretização de um sonho.
Como a sensação de liberdade ao sol, no mar, um mergulho.
Seu beijo faz o tempo parar, de fato.
Como uma fotografia.
E o tato de seus dedos nos meus me tira o ar.
Como no susto de água fria.
Minhas unhas nas suas costas e você de palmas postas
E seu corpo e o meu respirando em uníssono
Como esquecer de um momento tão único?
De súbito compreender e se perceber envolto
E volto a dizer, sem medo, a você.
Pois foi você que se desvencilhou de um dilema
Foi você a solução dos meus problemas
Foi nos seus olhos que me perdi e encontrei a paz que eu precisava
E falava e dizia e nada podia fazer antes de te encontrar.
Você me trouxe metas que eu nunca tive
E me livrou de medos não fundamentados
Me levou a lugares onde nunca estive. Sem sair do lugar.
Me fez te querer sempre ao meu lado. Sempre.
Tudo o que eu sinto agora está no espelho
Justamente porque ele representa a perfeita reciprocidade
E o seu lugar agora é o meu. E o meu, onde você estiver.
Foi uma noite quente cheia de descobertas, a minha mão em seus cabelos e o seu olhar nada inocente.
Ah, a blogosfera
no dia 20/10/2009 às 15h30
Esse universo paralelo virtual me parece uma cúpula de vidro, uma espécie de redoma, com apenas uma porta de entrada e alguns avatares dentro. Imagine várias fotos 3x4 com braços e pernas, como os personagens do game Parapa The Rapper.
Alguns deles com sacadas brilhantes, outros nem tanto.
Alguns deles trocando idéias, outros trocando tapas [trollagem gratuita mesmo. Boring...].
Em alguns casos o fator determinante de seus blogs é seu conteúdo.
Em outros é o tamanho do ego do autor.
Do lado de fora da redoma, milhares de avatares semidesconhecidos batendo contra o vidro querendo entrar ou chamar atenção.
Afinal, existe a necessidade de ser relevante, há uma reação quase irracional em fazer parte. Além disso, há hoje também o sonho de se tornar famoso na internet e ganhar dinheiro com seu blog.
Quase como ainda é para alguns moleques que sonham jogar futebol profissionalmente.
É inteligível, pois ganhar dinheiro com algo que parece prazeroso é uma proposta interessante.
No caso do futebol, candidatos, muito mais rentável. ;]
Muitos conseguiram entrar na base da paulada. Forçaram a barra, seja criando tumulto em outros blogs, seja usando o twitter e suas maneiras nada convencionais de se conseguir seguidores. Ou Não.
Mas quem me causa admiração mesmo são os "que foram convidados a participar". E não um convite dos membros atuais da blogosfera [mesmo porque não há um comando. É uma pseudo-anarquia controlada ], mas um convite feito pelos leitores.
A tal da relevância se fez de forma automática. Ponto pra eles.
Quando é um chamado de um dos membros, caracteriza-se quase um 'nepotismo', que salvo poucas exceções, trazem um conteúdo medíocre [de mediano mesmo] e dispensável.
Paradoxalmente, há um enorme interesse no lado intelectual de desconhecidos e no lado humano dos famosos e essa confluência de vontades e objetivos traça o que chamamos de blogosfera, twittosfera, whateversfera...
São entidades que vem se formando nos últimos anos e a tendência é que fiquem, uma vez que se preza muito mais as opiniões dos autores do que publicações editoriais [não que essas últimas deixarão de ser lidas, ao contrário do que prega A. Keen, autor do livro "O Culto ao Amador"].
Se colocarmos na balança os interessantes de um lado e os insignificantes de outro, ainda pesa mais a qualidade. Que continue assim.
@toadgeek
Alguns deles com sacadas brilhantes, outros nem tanto.
Alguns deles trocando idéias, outros trocando tapas [trollagem gratuita mesmo. Boring...].
Em alguns casos o fator determinante de seus blogs é seu conteúdo.
Em outros é o tamanho do ego do autor.
Do lado de fora da redoma, milhares de avatares semidesconhecidos batendo contra o vidro querendo entrar ou chamar atenção.
Afinal, existe a necessidade de ser relevante, há uma reação quase irracional em fazer parte. Além disso, há hoje também o sonho de se tornar famoso na internet e ganhar dinheiro com seu blog.
Quase como ainda é para alguns moleques que sonham jogar futebol profissionalmente.
É inteligível, pois ganhar dinheiro com algo que parece prazeroso é uma proposta interessante.
No caso do futebol, candidatos, muito mais rentável. ;]
Muitos conseguiram entrar na base da paulada. Forçaram a barra, seja criando tumulto em outros blogs, seja usando o twitter e suas maneiras nada convencionais de se conseguir seguidores. Ou Não.
Mas quem me causa admiração mesmo são os "que foram convidados a participar". E não um convite dos membros atuais da blogosfera [mesmo porque não há um comando. É uma pseudo-anarquia controlada ], mas um convite feito pelos leitores.
A tal da relevância se fez de forma automática. Ponto pra eles.
Quando é um chamado de um dos membros, caracteriza-se quase um 'nepotismo', que salvo poucas exceções, trazem um conteúdo medíocre [de mediano mesmo] e dispensável.
Paradoxalmente, há um enorme interesse no lado intelectual de desconhecidos e no lado humano dos famosos e essa confluência de vontades e objetivos traça o que chamamos de blogosfera, twittosfera, whateversfera...
São entidades que vem se formando nos últimos anos e a tendência é que fiquem, uma vez que se preza muito mais as opiniões dos autores do que publicações editoriais [não que essas últimas deixarão de ser lidas, ao contrário do que prega A. Keen, autor do livro "O Culto ao Amador"].
Se colocarmos na balança os interessantes de um lado e os insignificantes de outro, ainda pesa mais a qualidade. Que continue assim.
@toadgeek
Feitos de Palitos
no dia 17/08/2009 às 02h04
Era uma vez um bonequinho “O” e uma bonequinha “A” feitos de palito. Sabe? Bolinha é a cabeça, risco pro lado é o braço, outro pra baixo é a perna? Então, destes.
Eles viviam em uma storyboard...
Ambos eram muito iguais, mas com alguns traços que os diferiam entre si. Comprimento do cabelo, tamanho e formato do balão de suas falas nos diálogos.
Quando o roteirista os colocava diante de uma mesma situação, mesmo separados, eles adotavam quase sempre as mesmas atitudes, as mesmas reações.
E quase sempre, seus traços eram alterados, sem que o autor percebesse. Talvez fosse algo subjetivo. Ou inconsciente.
A cada passo de “O” em direção à “A”, as folhas se mexiam, batia o vento, a mesa virava, caia tinta. Sempre acontecia alguma coisa. “A” não percebia. No fundo, ela queria mesmo é estar na mesma página, mas o autor seguia uma organização um tanto ou quanto metódica, sem lógica alguma e isso por muitas vezes fazia com que a estória perdesse o sentido, ao menos em alguns momentos. “O” adorava o modo como “A” não deixava sombras nem borrões, E mesmo sendo fácil notar traços não tão retos em algumas arestas mal aparadas, “O” continuava apontando para o mesmo lugar
A última vez que eu conversei com o roteirista dessa maluquice toda, ele tinha me dito meia dúzia de palavras desconexas antes de ir tomar um café, ou um chá verde, não me lembro.
Vi que ele tinha páginas desenhadas. Mas não tinha publicado ainda. Algumas delas tinham como paisagem lugares que só existiam na cabeça daquele maluco, lugares inventados, ou baseados em cidades conhecidas, como que se tudo estivesse imerso em uma realidade que só ele conhecesse, do jeito que só ele saberia fazer, do jeito que permitisse que sua concepção, por mais estranha que parecesse em alguns momentos, fosse harmoniosa e interessante.
Ao tentar ver o final do quadrinho, percebi que ele ainda não tinha sido escrito.
E agora, o que está acontecendo dentre folhas de papel, sobras de borracha e grafite?
Adoro sentir essa curiosidade.
Eles viviam em uma storyboard...
Ambos eram muito iguais, mas com alguns traços que os diferiam entre si. Comprimento do cabelo, tamanho e formato do balão de suas falas nos diálogos.
Quando o roteirista os colocava diante de uma mesma situação, mesmo separados, eles adotavam quase sempre as mesmas atitudes, as mesmas reações.
E quase sempre, seus traços eram alterados, sem que o autor percebesse. Talvez fosse algo subjetivo. Ou inconsciente.
A cada passo de “O” em direção à “A”, as folhas se mexiam, batia o vento, a mesa virava, caia tinta. Sempre acontecia alguma coisa. “A” não percebia. No fundo, ela queria mesmo é estar na mesma página, mas o autor seguia uma organização um tanto ou quanto metódica, sem lógica alguma e isso por muitas vezes fazia com que a estória perdesse o sentido, ao menos em alguns momentos. “O” adorava o modo como “A” não deixava sombras nem borrões, E mesmo sendo fácil notar traços não tão retos em algumas arestas mal aparadas, “O” continuava apontando para o mesmo lugar
A última vez que eu conversei com o roteirista dessa maluquice toda, ele tinha me dito meia dúzia de palavras desconexas antes de ir tomar um café, ou um chá verde, não me lembro.
Vi que ele tinha páginas desenhadas. Mas não tinha publicado ainda. Algumas delas tinham como paisagem lugares que só existiam na cabeça daquele maluco, lugares inventados, ou baseados em cidades conhecidas, como que se tudo estivesse imerso em uma realidade que só ele conhecesse, do jeito que só ele saberia fazer, do jeito que permitisse que sua concepção, por mais estranha que parecesse em alguns momentos, fosse harmoniosa e interessante.
Ao tentar ver o final do quadrinho, percebi que ele ainda não tinha sido escrito.
E agora, o que está acontecendo dentre folhas de papel, sobras de borracha e grafite?
Adoro sentir essa curiosidade.
Do While Limiar >= Sysdate
no dia 12/07/2009 às 19h59
Ás vezes me chamam monossilábico. E a quantidade de palavras soltas é proporcional ao meu estado de espírito. Ok, lá vamos nós trabalhar com proporções e medidas para coisas humanas e subjetivas, não consigo subtrair o que me foi imposto então, o faço.
É proporcional. É adequado. É pouco ao pouco.
Muitas pessoas já me viram feliz em diversas situações e sabem que o que não me falta é palavra para expressar o que eu sinto. O que me pergunto é se vale a pena usar de vocábulos para divulgar o melancólico, o amargo.
Preservo isso pra mim, quando muito para meus amigos. Os melhores.
Mesmo isso acontecendo e me mostrando o que eu não mais via. Mesmo com os tapas e as veridicidades hiantes, esfregadas em meu rosto, denunciando meu semblante.
E só eles sabem quem de fato sou eu nas piores situações. Quanta tristeza e lágrima caem quando fico sozinho em meu quarto, sozinho.
Sabem que existe uma data limiar que separa o que poderia ser PERFEITO do que vai ser perfeito, e isso não depende só de mim. Seja como for!
Sabem que não estou feliz com coisas que vêm acontecendo em minha vida. Que fica cada vez mais claro que o anseio que vai não é o mesmo sentimento que vem.
E outros sentimentos que voltam pra me alarmar, ou clarificar, não sei ainda.
Acontece que eu ainda sou partidário da reciprocidade, e espero mesmo que o futuro próximo [right now, I mean] sirva pra que me seja mostrado que estou sendo ilícito sobre como vejo as coisas, que eu sinta que pertença ao coerente, conexo, que seja aqui o que é aí, que minhas vontades não sejam apenas minhas.
Nossas palavras, nossas doses monossilábicas em seqüência, poli. Em projeções que açoitam a desarmonia, como dois canais de áudio que nunca se encaixam. Quero consonância. Chega de Delay, chega dessa expectativa.
Mas sabe, isso tudo não é nada além do que você já não saiba. E o que faz e fará a respeito?
É proporcional. É adequado. É pouco ao pouco.
Muitas pessoas já me viram feliz em diversas situações e sabem que o que não me falta é palavra para expressar o que eu sinto. O que me pergunto é se vale a pena usar de vocábulos para divulgar o melancólico, o amargo.
Preservo isso pra mim, quando muito para meus amigos. Os melhores.
Mesmo isso acontecendo e me mostrando o que eu não mais via. Mesmo com os tapas e as veridicidades hiantes, esfregadas em meu rosto, denunciando meu semblante.
E só eles sabem quem de fato sou eu nas piores situações. Quanta tristeza e lágrima caem quando fico sozinho em meu quarto, sozinho.
Sabem que existe uma data limiar que separa o que poderia ser PERFEITO do que vai ser perfeito, e isso não depende só de mim. Seja como for!
Sabem que não estou feliz com coisas que vêm acontecendo em minha vida. Que fica cada vez mais claro que o anseio que vai não é o mesmo sentimento que vem.
E outros sentimentos que voltam pra me alarmar, ou clarificar, não sei ainda.
Acontece que eu ainda sou partidário da reciprocidade, e espero mesmo que o futuro próximo [right now, I mean] sirva pra que me seja mostrado que estou sendo ilícito sobre como vejo as coisas, que eu sinta que pertença ao coerente, conexo, que seja aqui o que é aí, que minhas vontades não sejam apenas minhas.
Nossas palavras, nossas doses monossilábicas em seqüência, poli. Em projeções que açoitam a desarmonia, como dois canais de áudio que nunca se encaixam. Quero consonância. Chega de Delay, chega dessa expectativa.
Mas sabe, isso tudo não é nada além do que você já não saiba. E o que faz e fará a respeito?
Claustrofobia
no dia 19/06/2009 às 17h51
E essa espera incomoda, incômoda, em coma.
Como a nua carne que como em almoços demorados e enfadonhos, rubra feito o rosto da vergonha ao ser flagrado diante de uma verdade. Como o alarde de gargantas trêmulas em noites de quarto vazio e sombras de distintas e tenebrosas formas. E frio.
E a transformação da vaidade em dor é o passo da mentira que eu me conto todos os dias. Caminhando por um terreno inóspito e esburacado com o calcanhar exposto.
Sinto como se a mordaça de um preconceito mesquinho também abafasse meu ar.
Sinto como se palavras e opiniões fossem cordas que impedissem meus passos.
Sinto que o oculto que permance oculto fosse o real motivo de tanta incoerência.
Como se eu não fosse o suficiente, como se eu não fosse o bastante.
Me sinto pouco.
E sinto tanto.
#Obrigado ao Bio que foi quem nomeou o texto.
Como a nua carne que como em almoços demorados e enfadonhos, rubra feito o rosto da vergonha ao ser flagrado diante de uma verdade. Como o alarde de gargantas trêmulas em noites de quarto vazio e sombras de distintas e tenebrosas formas. E frio.
E a transformação da vaidade em dor é o passo da mentira que eu me conto todos os dias. Caminhando por um terreno inóspito e esburacado com o calcanhar exposto.
Sinto como se a mordaça de um preconceito mesquinho também abafasse meu ar.
Sinto como se palavras e opiniões fossem cordas que impedissem meus passos.
Sinto que o oculto que permance oculto fosse o real motivo de tanta incoerência.
Como se eu não fosse o suficiente, como se eu não fosse o bastante.
Me sinto pouco.
E sinto tanto.
#Obrigado ao Bio que foi quem nomeou o texto.
Parcialidade Burguesa
no dia 18/06/2009 às 10h19
Hipócritas parciais tendenciosos que não visam o avanço do coletivo e sim da minoria.
Dentro desse social liberalismo falsificado maquiado com projetos sociais assistencialistas e a quase inexistência de projetos sociais reformatórios e efetivamente corretivos, me admira [negativamente] a indignação com situações pífias e supérfluas, bem como a alegação ignorante sem embasamento que prega um golpe do governo no que tange um terceiro mandato, para citar um exemplo.
Soa burguês e preconceituoso, como quando falamos poucas e boas sobre um assunto que não conhecemos.
Como quando, mesmo com a merda diante do nosso nariz, ignoramos esse 'detalhe' e preferimos ofender a um quadro cujo as cores simplesmente não nos agradam, e respirando fundo.
Dentro desse social liberalismo falsificado maquiado com projetos sociais assistencialistas e a quase inexistência de projetos sociais reformatórios e efetivamente corretivos, me admira [negativamente] a indignação com situações pífias e supérfluas, bem como a alegação ignorante sem embasamento que prega um golpe do governo no que tange um terceiro mandato, para citar um exemplo.
Soa burguês e preconceituoso, como quando falamos poucas e boas sobre um assunto que não conhecemos.
Como quando, mesmo com a merda diante do nosso nariz, ignoramos esse 'detalhe' e preferimos ofender a um quadro cujo as cores simplesmente não nos agradam, e respirando fundo.



