Quem é Toad [MS]?

Toad é um cara normalmente estranho.

Um Analista de Sistemas
Aspirante a Jornalista
Que adora Esportes e Cinema.
Política e Lógica.
Percussão e Bateria.
História e Tecnologia.
oO

A mudança é o propósito.
A ação é o foco.
Revolução Social ou sua comodidade de volta.

http://www.toad.com.br/ Envie uma mensagem para Toad [MS]
 
ajuda & dicas

Busca

 
 
todos os vídeos

Vídeos

CQC - Custe o que custar - Parte 2
 
todas as imagens

Imagens

 

Links

 

Conteúdos em RSS

 

Claustrofobia

no dia 19/06 às 17h51
E essa espera incomoda, incômoda, em coma.
Como a nua carne que como em almoços demorados e enfadonhos, rubra feito o rosto da vergonha ao ser flagrado diante de uma verdade. Como o alarde de gargantas trêmulas em noites de quarto vazio e sombras de distintas e tenebrosas formas. E frio.
E a transformação da vaidade em dor é o passo da mentira que eu me conto todos os dias. Caminhando por um terreno inóspito e esburacado com o calcanhar exposto.
Sinto como se a mordaça de um preconceito mesquinho também abafasse meu ar.
Sinto como se palavras e opiniões fossem cordas que impedissem meus passos.
Sinto que o oculto que permance oculto fosse o real motivo de tanta incoerência.
Como se eu não fosse o suficiente, como se eu não fosse o bastante.
Me sinto pouco.
E sinto tanto.

#Obrigado ao Bio que foi quem nomeou o texto.
 

Parcialidade Burguesa

no dia 18/06 às 10h19
Hipócritas parciais tendenciosos que não visam o avanço do coletivo e sim da minoria.
Dentro desse social liberalismo falsificado maquiado com projetos sociais assistencialistas e a quase inexistência de projetos sociais reformatórios e efetivamente corretivos, me admira [negativamente] a indignação com situações pífias e supérfluas, bem como a alegação ignorante sem embasamento que prega um golpe do governo no que tange um terceiro mandato, para citar um exemplo.
Soa burguês e preconceituoso, como quando falamos poucas e boas sobre um assunto que não conhecemos.
Como quando, mesmo com a merda diante do nosso nariz, ignoramos esse 'detalhe' e preferimos ofender a um quadro cujo as cores simplesmente não nos agradam, e respirando fundo.
 

Antíteses

no dia 28/05 às 10h59
Letra ligeiramente modificada da música original, criada pelo Carlos, pra nossa antiga banda, Innercia:

Vagalume - Antíteses - Innercia


Eu posso tentar responder
Essas suas perguntas sem respostas
Dure o tempo que for
Eu não lhe darei as costas
Me sinto muito mais feliz
Por saber que você está tentando.
Sei que é difícil como ter que se calar
Quando todos estiverem gritando
Daremos as mãos e caminharemos em frente
Tendo orgulho do que deixamos pra trás

Todas essas vidas que não vivemos
Não passam de antíteses
em que precisamos encontrar tantas
Perguntas sem respostas e
pra que procurar se temos tanto à fazer
e duvidar da certeza se nem estamos tão certos assim

Até amanhã quando o sol nascer
E a noite cair
eu olhar pra você
E simplesmente sorrir

Se essa covardia ME doi no TEU peito
Me mostre onde está a coragem
Que talvez eu vá atrás, ou eu a encontre
dentro de mim mesmo, me encontre em você
Você se encontre em mim
Talvez essas ruas vão nos levar de volta pra casa
Ou pra qualquer outro lugar onde o amanhã seja logo ali

Cegos observam o que os mudos nos disseram
O que está certo, sabendo o quanto é errado
E nós acreditamos pois não pensamos
Só naquilo que nos faz continuar

Apenas sentir. Apenas acontecer.
Como tem que ser.

E não vai fazer mais sentido ser só você.
E você vai perceber, que na verdade
Existe motivo para sermos um só, nós.

Dedicated to:
Half to m.
Half to my dear friend fb.
 

Dia perfeito.

no dia 19/05 às 17h20
Continuo com meu exercício de escrever de formas que eu nunca tinha escrito, e esse texto é mais um deles.
Ele é semelhício e qualquer coincidança será mera fictência


É cedo. Bem cedo.

Eu to olhando pela janela os prédios ficarem mais perto, fico pensando se você já está me esperando.

Estou vindo de outra cidade onde tudo o que ocupava minha cabeça era uma saudade aguda e bem chata.

Pego minhas coisas, apressado e ansioso.

Me atrapalho com a luva que aquece minha mão diante do frio cortante e sugestivo.

Presentes seus. A luva e a inspiração.

Vou saindo do terminal e percebo que você ainda não chegou.

Te ligo.

"5 minutos, já estou chegando" - Diz uma voz afobada e linda.

Vejo seu carro chegando cantando pneus na entrada do estacionamento e você olhando para todos os lados.

Eu aceno e você vem ao meu encontro, que precede um abraço demorado, carinhoso, como daqueles que dizem "Calma, passou, respira...”!

E um beijo de fazer tudo o que tem em volta sumir.

Em um clima meio surreal, meio romântico por causa do frio que teima em aproximar os corpos, vamos juntos a um lugar alto onde dá pra ver toda a cidade, sem sermos vistos.

Juntos, em meio a uma conversa cheia de risadas e carinho, somos surpreendidos pelo nascer do sol, anunciando um dia perfeito.

Com muitas coisas boas e algumas chatas para nos fazer dar valor ao que temos.

À tarde nos encontrando em lugares lindos e a noite nos perdendo em nossas vontades, em tudo o que sempre quisemos e nos era privado.

Descobrindo que sempre superamos nossas expectativas.

Descobrindo cada similaridade, cada sonho.

Te provando, como todos os dias, que você merece ser feliz.

Te mostrando que sim, isso é possível e só depende de nós dois.

Todos os dias deveriam ser dias perfeitos.
 

Nameless

no dia 10/05 às 21h18
Esses últimos dias eu tenho sentido algo diferente de tudo o que eu já senti em minha vida.

Sempre fui um cara que teve enorme facilidade em transformar esses meus sentimentos em palavras e notei que isso começou a ficar difícil de uns tempos pra cá. E digo o motivo:

A gente costuma dar nomes pros sentimentos, né? Dor, amor, paixão, solidão, felicidade, saudade.

E quando o que se sente não tem nome? Como fazer?

Faz certo tempo já eu me deparei com um enorme problema que por sua vez tinha em sua essência solução de igual tamanho.

Tem em si algumas coisas que eu não gosto e tudo aquilo que me faltava. Tem propriedades medicinais e deliciosas e outras insalubres e que causam rejeição. O bom é que não causa dependência, ainda.

Parece que estou falando de uma droga. E realmente parece ser, por causa da sensação ótima que dizem trazer os entorpecentes, mas sem a parte ruim, claro.

Fato é que quando eu acabo por pesar se realmente vale a pena passar pelas coisas ruins, por causa das boas, a resposta me vem clara e cristalina: Claro que vale. Não se compara. Os malefícios se tornam pífios diante dos benefícios, mas eles existem.

O ponto aqui é: O que eu sinto, então? Se não é dependência, se não é amor, se não é paixão, se mesmo com a dor, a euforia em sentir isso de novo é enorme e eu passaria por isso mil vezes só pra sentir outra vez?

Masoquismo? [hahahahahahaha] Não... Definitivamente eu gosto da parte boa, não da ruim.

Bom, faz tempo que eu to tentando dar um nome pra isso, quando na real o legal seria apenas sentir, certo?

Tenho medo que a falta do nome ‘disso’ o faça desaparecer, perder seu conceito. Mas não. Está há um tempo assim, let it be.

Apenas sentir.

Sinto e sinto falta. Mas, acredite, quando sinto, não falta nada.
 

Deixando Fluir

no dia 03/05 às 23h35
Estava conversando com uma amiga, a Santa. Na verdade o nome dela é Maria da Intenção. Falávamos sobre seus afazeres, suas acepções, sem essa de small talking, era algo mais troca de idéias. Eis que ela comenta sobre sua vida pessoal:

Ela disse que não sabia bem por qual caminho trilhar, pois tinha a sensação de que qualquer um dos caminhos que ela trilhasse, sentiria ovos em seus pés, nó na garganta.

Em situações onde tudo o que ela achava estar fazendo é tendo uma atitude bonitinha, ou legal, ou apenas o motivo de um sorriso, na verdade ela dizia estar sendo o motivo de uma discussão boba, a piada sem graça alguma, a tentativa batendo de frente com o intragável. Tá, ela ainda está apaixonada pela vida, mas poxa... "Complicado correr muito em direção a algo e encontrar sempre portas fechadas." - Deve ser mesmo.

Conversei bastante com ela, tentei falar que sozinha ela nunca vai chegar a lugar nenhum. Essa ‘solitude’ não pode ser proposital.

Terminamos a conversa cantando Beatles, como quase sempre acontecia =]

I wanna hold your haaaand.

Ela foi a 1rimeira moça subjugada 2egundo os preceitos da natureza em si, lavrado na 3erceira vara do inconsciente. Nas páginas assinadas em uma 4uarta feira, no 5uinto dos infernos. E sua cabeça foi jogada em uma 6exta.

E sempre será, se for apenas ela mesma, sozinha, sem o amparo de outra mão com um propósito igual ou mais próximo a algo concreto.

Let's walk holding hands. So, give your hand, lets walk side by side, in your way, lets try it together.

=***². yeah yeah yeah, thaat one.
 

A Morte dos ARGs

no dia 13/04 às 14h59
É, e os ARGs morreram.

Pelo menos da forma como o conhecemos.

E todos [n]os fãs dessa ferramenta de crossmedia e entretenimento têm[os] a mesma visão do funeral:

Assim como o de Elvis, assim como o verdadeiro Paul McCartney. Real como a morte do Comissário Gordon.

Mas infelizmente toda essa vontade por novos mistérios parece não cativar mais quem realmente pode pagar por isso. O retorno de um ARG é algo que passa a ser subjetivo. E o mercado pede números.

No caso de uso em campanhas publicitárias, as situações onde o TINAG efetivamente pudesse ser sentido transformaram-se em riddles bobos que se declaram jogos de realidade alternativa logo de início. E sendo assim, já não o são mais.

Vejo em algumas mentes criativas a idéia de tentar desenvolver um ARG em formato narrativo, provendo entretenimento puro. Seria brilhante.

Mas como isso pode ser feito?

Seria interessante para grandes empresas manterem isso?

Complicado...

Mas acalmem-se, players. Já existem pessoas pensando nisso. ;]

Sabemos que o ARG Zona Incerta do nosso amigo André Sirangelo e do pessoal da Super Interessante fez o que nenhum outro jogo brasileiro tinha pensado em fazer: Sentimento REAL do TINAG. Sabemos que ele inovou em garantir que o país inteiro pudesse participar fisicamente. Não vou aqui citar tudo o que o ZI foi, basta apenas saber que ele é referência.

O que não pode rolar [e infelizmente acontece] é o preconceito com projetos menores. Não podemos usar o ZI para nivelar o mínimo aceitável.

Conheço players que não jogariam nada que não fosse da MTV, por exemplo. Gosto muito do Guilherme Coube e do pessoal da MTV e justamente por conhecer seus trabalhos, sei que coisas ótimas podem surgir de suas cabeças estranhas.

Mas existem outros núcleos criativos no Brasil que por serem menores ou terem menos espaço e menos recursos, são ignorados.

O ARG morreu, mas algo totalmente novo vai surgir de suas cinzas. [sem o clichê da Fenix]

Como diria Harvey Dent: Eu acredito!
 

Contraste

no dia 13/04 às 13h26

Estupros Mentais de nossa sociedade
Massificação e reprodução acelerada
Falta de controle nos instintos pressionados
E a economia voltada aos com metade da minha idade

Troféus sangrentos,
impregnados de honra e saudosismo
e a falta de patriotismo
é tão clara quanto a água e céu
que há tempos não vemos

Minha meia furada
O papo azedo de jovens alienados

Ignorância estúpida
estampada e aplaudida.
Por poucos questionada
e por muitos
colocada em algum plano
paralelo...

Dólar comercial estratosférico.
Cidadões periféricos
vendo suas conquistas ruírem

A tecnologia avança muito,
mas para poucos...

Roucos, todos nós
de tanto gritar por algo melhor
(Em vão)

No vão da alma
uma faca empurrada cada dia mais para dentro.

Calma, calma...

Que antes de casar sara

Dizia minha tia Sara,
dias antes de seu filho casar-se

Notas desafinadas de violinos, surdos
e mudos.

Cegos somos nós,
que fingimos não ver
toda a arrogância do "dia-após-dia",
da rotina miserável que nos aperta o calo
e nos impede o sono.

O Furo no sapato num dia de chuva
tem tamanho proporcional
à gravidade do resfriado...

Mas calma...calma.. Que antes de casar sara...

O Animal de estimação,
companheiro fiel, como o fel
de longe o mel
cruelmente morre
e solenemente corre
para longe de nossos carinhos carentes

decorrentes da humanidade irmã
presente nos corações gélidos
dos nossos semelhantes.

"Mas eu não me importo.
Eu entorto o nariz
quando a situação se diz
Alheia"

A Areia nos olhos dos outros
não embassa a sua, A SUA visão, "né" não?

A gordura em suas veias mórbidas e ociosas
não são eloquentes.

E as pernas frias em busca
de calças quentes,
sequer lhe chegam ao conhecimento.

Pois lhe digo
para que expanda seus SENTIDOS
para que sua vida possa
algum dia, vir a ter algum...
 

Yakult

no dia 07/04 às 23h54
Por volta dos meus 6 anos de meditação sobre um enorme mundo à minha volta, sentia-me estranho quanto ao fato de existir lactobacilos vivos dentro do potinho de Yakult.

Achava que se eu tomasse, aniquilaria suas invisíveis vidas, me tornando assim um criminoso, um assassino. Imaginava que uma comissão de investigação ligada ao FBI, Polícia Federal e à KGB pesquisava sobre as possíveis maléficas crianças que praticam tal ato de violência.

Aqueles que usassem de seus estômagos para acabar com vida inocente eram presos, interrogados noite após noite até confessar. Eram torturados, presos, surrados, e o pior: Nunca mais poderiam comer chocolate.

Até que um dia, depois do meu irmão tomar 10 potinhos de Yakult, no decorrer de 5 dias, dois por dia, um dele e o meu, eu percebi que tal comissão poderia ter sido extinta, que eles teriam parado de investigar ou que estavam com muito serviço.

Aos 10 ou 11 eu percebi que a comissão não existia.

Aos 12 eu me tornei viciado em Yakult.

Vicío que durou uma semana, quando percebi que os lactobacilos se vingavam, acabando com nosso intestino e nos prendendo no banheiro por diversas horas.

Faz tempo que não tomo Yakult.
 

Contr[adição]

no dia 02/04 às 15h50
Seja feliz hoje, é simples assim
e mais nada.
Do famoso otimismo, com eternidade datada.
Do brilho dos olhos que outros vêem
e me privam.
Da boca de lábios lindos
que meus dentes crivam, críveis
e logo já disparam palavras intangíveis.
A falta de coerência em uma atitude doce
a falta de carinho em atitudes plausíveis.
O querer sem querer, sem ter, nem poder.
Do corpo em que me perco,
nos detalhes que se apontam
nos dedos delicados
que em vontade se encontram.
Da paciência com coisas que deveriam irritar
Da irritação com coisas que deveriam divertir
Da maneira caricata na qual somos diferidos
E logo em seguida nos doamos, chega a ser hilário o ridículo.
De tudo o que não queremos, nos tornamos o veículo.
É minúsculo. A via de uma mão.
O momento vivido em vão trancado em um cubículo.
A falta de janelas e as costas contra o chão.
as pintas lindas, os fios que se soltam
Dos sentimentos estranhos que vão e voltam
De acontecimentos sem explicação
Da futilidade de uma discussão
De sorrisos lindos, que não sei mais onde estão.
No modo pífio como somos incapazes de lembrar
das qualidades e dos momentos eternos.
No modo inerente como lembramos do que queremos apagar.
Esquecer.
É o ponto em que temos em nosso caminho
algo/guém capaz de nos dar carinho
De nos fazer todo o que sempre quisemos ser.
E quase que por capricho, usar de um outro nicho [clichê]
E sem ao menos se perguntar "por quê?,
agir por impulso e sem pulso, deixar de ser.
E depois se perguntar "por quê?"
Para sempre insatisfeitos
Em busca sempre do perfeito. Ou não.
Vivendo para sempre no complexo de Zenão.
Vivendo para sempre uma contradição.
E que como todas elas, deixar de existir.
Assim que eu a vir.

Update [1]...
A pergunta é a mesma:"Eu não preciso disso... fico assim pq?!?!" E a resposta? Também!

Update [2]

Sentido etimológico da palavra 'paixão'
do Lat. passione, sofrimento

- sentimento excessivo;
- amor ardente;
- afecto violento;
- entusiasmo;
- cólera;
- grande mágoa;
- vício dominador;
- alucinação;
- sofrimento intenso e prolongado;
- parcialidade.

É ele que diz, não sou eu!
 
 
ver todasÚltimas publicações:
Claustrofobia
no dia 19/06 às 17h51
Parcialidade Burguesa
no dia 18/06 às 10h19
Antíteses
no dia 28/05 às 10h59
Dia perfeito.
no dia 19/05 às 17h20
Nameless
no dia 10/05 às 21h18